
Com “Português Passo a Passo – Vejam como as palavras se relacionam” (volume Sete) estudamos de forma mais direta e clara a Regência.Lembrando que a regência estuda as relações estabelecidas entre as palavras ou entre as orações, aprendemos uma melhor forma de aplicá-la ou não.Sabendo que a regência pode ser verbal (regendo um verbo) ou nominal (regendo um substantivo, adjetivo ou alguns advérbios), basta perguntar ao verbo ou ao nome se ele precisa de preposição para acompanhá-lo. Exemplos: * Duvidar – quem duvida, duvida de... *Vontade – quem te vontade, tem vontade de...Assim o verbo duvidar e o nome vontade regem a preposição de. Em casos como “possibilidade” e “certeza” a preposição de vem antes de que. Exemplo:* Tínhamos certeza de que ele viria.Mas há outra forma, onde se oculta a preposição se ela já foi utilizada anteriormente, como no caso da canção de Gilberto Gil: * “Um dia vivi a ilusão de que ser homem bastaria Que o mundo masculino tudo me daria”.A palavra ilusão rege a preposição de. “Ilusão de que o mundo masculino tudo me daria”, como na segunda linha o cantor oculta a palavra ilusão não há necessidade de deixar a preposição, dessa forma ocultando-a também. Vale lembrar que não é qualquer verbo que rege a preposição de;“Ele declarou de que não participará do encontro” – quem declara, declara algo, declara alguma coisa e não declara de algo.Aparecem também outras preposições como o a; “Nem aquilo a que me entrego (...)”,já que quem se entrega, se entrega a algo, a alguma coisa. Ou também no caso: ”Os países a que fui.” – se alguém vai, vai a algum lugar.No caso do verbo assistir, ele rege mais de uma preposição dependendo do sentido; *No sentido de presenciar, na forma culta formal a preposição seria à - “assistir à novela” *No sentido da forma oral dir-se-ia “assistir o jogo” quando o certo seria “assistir ao jogo”_ “Voltei hoje da cidade em que nasci” – se alguém nasce, nasce em algum lugar._ “Confiei em você hoje” – quem confia, confia em alguma coisa. E no fim é só lembrar-se de perguntar ao verbo ou ao nome se ele rege preposição ou não.
QUE e CUJO Sempre foi dito que para uma boa escrita necessita-se de uma boa e contínua leitura.Mas, o que vemos hoje é que as pessoas estão escrevendo cada vez mais da forma como falam. E isso vem ocorrendo com o cujo que vem sendo esquecido de ser aplicado por todos na forma oral e culta. Exemplo: * Eis o documento a cuja cópia me refiro.Já que nesse caso não se faz referência ao documento e sim à cópia dele e se, alguém se refere a algo ou a alguma coisa usa-se a cuja (que seria o uso do pronome cujo e da preposição a).O uso do que seria de acordo com a frase. Exemplo: * Trata-s das jóias de família das quais jamais me desfarei.Nesse caso quem desfaz, desfaz de algo ou de alguma coisa.É bom lembrar que o pronome cujo indica idéia de posse e para que venha acompanhado de preposição é necessário que um termo exija.
QUE e CUJO Sempre foi dito que para uma boa escrita necessita-se de uma boa e contínua leitura.Mas, o que vemos hoje é que as pessoas estão escrevendo cada vez mais da forma como falam. E isso vem ocorrendo com o cujo que vem sendo esquecido de ser aplicado por todos na forma oral e culta. Exemplo: * Eis o documento a cuja cópia me refiro.Já que nesse caso não se faz referência ao documento e sim à cópia dele e se, alguém se refere a algo ou a alguma coisa usa-se a cuja (que seria o uso do pronome cujo e da preposição a).O uso do que seria de acordo com a frase. Exemplo: * Trata-s das jóias de família das quais jamais me desfarei.Nesse caso quem desfaz, desfaz de algo ou de alguma coisa.É bom lembrar que o pronome cujo indica idéia de posse e para que venha acompanhado de preposição é necessário que um termo exija.

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